27 de nov. de 2007
Curso da Folha de São Paulo
Os interessados podem se inscrever no site do jornal, serão selecionados 200 para um teste sobre conhecimentos gerais, dos quais, 40 passam por uma semana de palestras e entrevistas, e finalmente os 10 melhores participam do treinamento que deve ter início no segundo semestre de 2008.
No curso serão desenvolvidos exercícios de redação e reportagem, como utilizar o manual da folha e os preceitos da linha editorial do jornal. As matérias produzidas durante os três meses de treinamento serão publicadas num caderno especial da Folha.
Fonte: Comunique-se
26 de nov. de 2007
Centro de Saberes e Cuidados Sociambientais da Bacia do Prata lança Processo Formativo de Educação Socioambiental
O Processo teve início durante o IV Encontro Cultivando Água Boa, da Itaipu Binacional, nos dias 21, 22 e 23 de novembro, no Centro de Convenções de Foz do Iguaçu, com 50 gestores, tutores e comunicadores dos cinco países da Bacia do Prata (Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai).O Lançamento contou com a presença de aproximadamente 3 mil pessoas, além de participações ilustres em palestras e debates sobre questões ambientais. Entre elas, Leonardo Boff, teólogo, escritor e ativista ambiental; Paulo Nobre, do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE); Letícia Sabatella, atriz e ambientalista; Enrique Leff, coordenador da Rede de Educação Ambiental do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e os diretores gerais da Itaipu Binacional, Jorge Samek e Victor Bernal Garay.
O Centro de Saberes e Cuidados Socioambientais da Bacia do Prata foi estabelecido pelo Acordo de Cooperação Técnica, Científica e de Cooperação, assinado em novembro de 2006, em Foz do Iguaçu, pela Itaipu Binacional, pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente/PNUMA e pela Fundação Parque Tecnológico Itaipu/FPTI, em presença do Secretário Geral do Comitê Intergovernamental Coordenador dos Países da Bacia do Prata/CIC e tem como objetivo trabalhar as questões socioambientais nos cinco países que compõem o sistema da Bacia do Prata.Um Memorando de Entendimentos foi assinado em setembro de 2007, em Assunção, por Ministros e representantes dos Ministérios de Meio Ambiente e de Educação, pela Sociedade Civil dos países, pelo PNUMA, pela Itaipu Binacional e pela FPTI.
Os principais eixos de reflexão do Centro de Saberes são:
A água como tema integrador;
A Bacia do Prata como território operacional;
O pensamento ambiental como marco conceitual da ação;
A educação ambiental como mobilizador social e
A construção coletiva de conhecimentos, ações e organização.
Em 2008 pretende-se completar a formação do CAP II (Círculos de Aprendizagem Permanente) e iniciar o CAP III, com 150 participantes dos cinco países. O processo de educação socioambiental terminará em 2009, com a formação do CAP IV, com 900 educadores socioambientais em cada país do Prata, totalizando 4.500 educadores socioambientais formados.
9 de nov. de 2007
Brasil Socioambiental

O "Almanaque Brasil Socioambiental 2008" com ensaios fotográficos, mapas, curiosidades e textos interpretativos sobre assuntos ambientais foi lançado essa semana simultaneamente em 6 capitais brasileiras, nas cidades de Porto Alegre, São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Belém e Manau, a obra foi editada pela jornalista Maura Campanili, com mais de 120 colaboradores, apresenta um panorama atualizado dos biomas brasileiros – Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal, Pampa e Zona Costeira. A obra traz capítulos especiais sobre Diversidade Socioambiental, Florestas, Cidades, Água, Terras, Recursos Energéticos e Minerais e Modelos de Desenvolvimento.
O Almanaque foi idealizado, e é publicado desde 2005 pelo Instituto Socioambiental (ISA). Além da colaboração de jornalistas, a obra traz nos seus 11 capítulos as considerações de ativisitas e especialistas em diversos segmentos. Foram impressos 25 mil exemplares, 10 mil destinados para escolas públicas, bibliotecas, entidades e orgãos públicos de todo o país.
São abordadas questões como aquecimento global, devastação de florestas e os efeitos do homem no território brasileiro, mostra ainda, o trabalho desenvolvido através de campanhas em prol das causas ambientais. Numa linguagem simples, mas com conteúdo consistente, o Almanaque dá oportunidade ao leitor de conhecer e aprofundar o contato com essas questões, para que possam interagir e se integrar a ações para preservação dos biomas e melhorar a qualidade de vida.
Almanaque Brasil Socioambiental
Editora do Instituto Socioambiental
Preço: R$ 38,00
554 páginas
29 de out. de 2007
Debates virtuais gratuitos sobre jornalismo
fonte:
http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3D40034%26Editoria%3D238%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D154201509225%26fnt%3Dfntnl
24 de out. de 2007
Pauta: O democrático Mundo dos Blogs
18 de out. de 2007
Aquecimento Global: Um desafio para mídia
Não é novidade pra ninguém que o comportamento irresponsável dos seres humanos está acelerando a destruição do planeta. Deixando de lado os exageros disparados pela mídia, uma pequena parcela de jornalistas encontrou uma maneira de questionar, entender e (tentar!) modificar os pensamentos da maioria da humanidade, que está pouco ligando para temas como mudanças climáticas, desmatamentos e extinção de espécies. O que há 30 anos não passava de projeções, hoje é cotidiano para a população mundial, como por exemplo, "o Brasil na rota dos ciclones" essa é uma, das muitas transformações causadas pela ação do homem, que vive na mais total e completa alienação, como se o planeta fosse sua propriedade, onde se pode usufruir dos recursos sem qualquer cuidado ou preocupação.
A mídia como um todo estimula o consumismo desenfreado, o comportamento egoísta com fins lucrativos, sem se preocupar com o amanhã. O Jornalismo Ambiental debatido no encontro é bem mais amplo do que se imagina, e trabalha diretamente com as crises globais e qualidade de vida, com o compromisso de alertar o público. O famoso LEAD tem nas causas o seu foco mais importante, e deve apontar as vulnerabilidades, investigar e desenhar soluções para minimizar os danos e efeitos negativos que o homem traz a natureza. O papel da mídia também é ensinar a sociedade a consumir de forma racional, a preocupar-se com o mundo além do seu quintal, a adotar um novo pensamento e estilo de vida que contemple a harmonia entre homem e natureza.
8 de out. de 2007
" Muitos dirão que sou aventureiro, e sou mesmo, só que de um tipo diferente, daqueles que entregam a própria pele para demonstrar suas verdades."

Ernesto Che Guevara lutou pelo socialismo percorrendo toda a América Latina, combateu injustiças onde colocou seus pés.
Demonstrou ao longo da sua trajetória desapego a cargos e privilégios aos quais, os protegidos da Veja não dispensam. As fontes “fidedignas” usadas para matéria, que mereceu a capa, foram exilados cubanos (Miami) que são conhecidos como “gusanos” traduzindo para o bom português: vermes, que cá entre nós, não são exemplos de imparcialidade, outra figura que apareceu como relator da “fraude Che” foi Felix Rodrigues, cubano e agente da CIA (cúmplice do assassinato de Che).
O romantismo abnegado continua inspirando jovens no mundo inteiro, embora seus métodos de guerrilha fossem equivocados, sua luta foi autentica.
Na ânsia de alcançar boas cifras de vendagem e satisfação de seus patrocinadores, a revista semanal de informação demonstrou uma preocupação excessiva em citar inúmeras fontes, a maioria inimig
os declarados dos ideais defendidos por Che Guevara.
A matéria tenta emplacar a idéia de que Che era sedento por sangue, que só pensava em matar e menosprezava o ideal socialista em nome da morte. Mas quem conhece a história sabe que Guevara era antes de tudo um humanista, disposto a dar a própria vida em nome de seus ideais e por um mundo mais justo para todos.
Na minha opinião essa matéria não passa de lixo jornalístico, uma jogada para polemizar/vender... assinada pelos jornalistas Diogo Schelp e Duda Teixeira, aproveitando a data (8 de outubro 1967 – quando Che foi assassinado na Bolívia).
Não estou aqui para convencer ninguém, mas tenho uma pulguinha não para de coçar na minha orelha...
Por que a Veja e a turminha do Roberto Civita não traz a tona os escândalos do governo FHC (Banco Marka)... e os Caciques do PSDB?